sexta-feira, 15 de maio de 2020

CORRIDA DE ORIENTAÇÃO


O que é corrida de orientação

A Orientação é uma atividade desportiva que tem como objetivo principal o percorrer de uma determinada distância em qualquer tipo de terreno, obrigando o participante a passar por diversos postos de controle. Antes do início de cada prova, todos os praticantes têm acesso a um mapa onde verificam os locais que são de passagem obrigatória. No terreno, cada desportista passa pelo local que está marcado no mapa (balizas) e introduz o seu cartão de controle (identificador) numa estação eletrônica que confirma a sua passagem.
A corrida de orientação, também conhecida como o "desporto da floresta", corresponde atualmente a uma necessidade que o homem tem de recuperar o contato com a natureza. Nela, podemos identificar várias vertentes: desportiva (competição), recreativa e educativa. Na corrida de orientação existe uma série de regras que se prendem com a realização do percurso, os materiais a utilizar e os procedimentos para obter o melhor resultado.






A História da Orientação

A Orientação surgiu em finais do século XIX (1850) nos países escandinavos e as suas raízes estão diretamente relacionadas com a vertente militar. As tropas realizavam entre si pequenos exercícios de orientação que tinham como objetivo principal o reforço dos elos de camaradagem de todos os elementos e o fortalecimento do espírito de grupo.
No entanto, a Orientação como desporto começou apenas a dar os primeiros passos em 1912, pela mão do Major e líder escoteiro sueco Ernst Killander, considerado o pai da Orientação. O Major chamou a atenção de todos os jovens que se afastavam da corrida e do atletismo (as principais competições da época) e trouxe-os para esta “nova forma de correr”. A Maratona ficou assim dividida em três provas, onde a disciplina da leitura por carta e a perceção da Orientação foram adicionadas.
A 25 Março de 1919 deu-se a primeira competição oficial de Orientação, na denominada "Corrida de Estocolmo", que teve como diretor de prova Ernst Killander. A prova ocorreu perto de Saltsjöbaden, reuniu mais de 200 participantes e foi organizada pela Federação de Desportos de Estocolmo. A competição tinha uma extensão de 12 quilómetros e apenas 3 postos de controlo e foi considerada um autêntico sucesso mundial. A partir deste momento, a Orientação não mais parou de crescer como desporto e atualmente tem milhares de praticantes em todo o planeta.

 

A história da Orientação no Brasil


A Orientação chegou ao Brasil na década de 70, nomeadamente no ano de 1971, pela mão do Coronel Tolentino Paz. Ele foi o responsável máximo pela introdução e organização das primeiras competições militares de Orientação no Brasil.
Em 1974, este desporto foi incluído como disciplina obrigatória na Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx) pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC) e era visto como uma modalidade que disciplinava o corpo e a mente.
Nos anos seguintes, a competição de Orientação foi divulgada a outras organizações civis e militares e, desde então, sucederam-se várias demonstrações, torneios e campeonatos que fizeram com que este desporto de aventura crescesse para um patamar de excelência e reconhecimento nacional.

As regras básicas
- Passar por todos os pontos de controle; na sequência estabelecida.
- Marcar corretamente o cartão de controle;
- Preservar a natureza.

As características do esporte
Um atleta para realizar um percurso, previamente assinalado no mapa fornecido, deve conhecer:
- todos os sinais que representam os pormenores do terreno no mapa: casas, caminhos, vegetação, cursos de água, linhas elétricas, etc.;
- deve conhecer os sinais da ficha de sinalética que o ajudam a identificar o local preciso onde deve dirigir-se: cruzamento de caminhos, cume de um monte, lado oeste, árvore entre duas rochas, etc.;
- deve saber utilizar uma bússola.

Durante a realização do percurso o atleta deve movimentar-se sempre de acordo com o mapa orientado de forma a conseguir fazer uma associação correta carta/terreno. Exemplo: o atleta está virado para um lago, ao seu lado esquerdo tem um bosque e atrás dele existem as ruínas de uma casa.
Depois de identificar no mapa os pontos que visualizou no terreno, deve colocá-lo de acordo com a disposição real desses pontos.
Chegando a um ponto, que é identificado por uma baliza (bandeirola laranja e branca), deve conferir o código que identifica o ponto (Ex: ponto 1 código FK). De seguida deve marcar o seu cartão de prova com o alicate que existe no local. Este alicate é diferente de ponto para ponto, marcando como um código em picotado o cartão de controlo que é transportado por cada corredor.
A prova prossegue sempre utilizando os mesmos procedimentos. O vencedor é aquele que realiza o menor tempo. Como se trata de uma prova individual os concorrentes saem com intervalos de tempo entre si, isto para evitar que sigam o concorrente da frente. Os pontos devem ser marcados pela sua ordem (Exemplo: um atleta não pode marcar o ponto 2 porque o encontrou primeiro e de seguida marcar o 1).

O mapa de Orientação

O mapa de orientação é um mapa topográfico detalhado, onde é traçado o percurso que o atleta tem que percorrer e são locados precisamente todos os detalhes da vegetação, relevo, hidrografia, rochas e construções feitas pelo homem etc.





O percurso de orientação

O percurso de orientação é constituído do triângulo de partida, PCs (Pontos de Controle) e chegada. Entre os PCs, que são locados precisamente no terreno e equivalentemente no mapa, estão as pernadas do percurso, nas quais o competidor deverá orientar-se.

As Instituições de administração do esporte no Brasil

A Confederação Brasileira de Orientação (CBO), com sede em Santa Maria – RS, é a instituição nacional de administração do esporte orientação, foi fundada em 11 de janeiro de 1999 em Guarapuava – PR, e conta hoje com seis Federações Estaduais, mais de setenta clubes e entidades de prática e mais de quatro mil atletas filiados.





Referências

https://bussolas.com/artigos/historia-orientacao-desporto-aventureiros

https://www.sportseventos.com.br/artigo.aspx?O-que-%C3%A9-Corrida-de-Orienta%C3%A7%C3%A3o?&i=109








terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

BOXE




BOXE – Sua Origem

Fonte: São Paulo (Estado) Secretaria da Educação.


Várias modalidades de luta com os punhos (ou pugilismo) surgiram na história humana, desde o ano 4000 a.C., na região hoje denominada Etiópia, no continente africano, de onde se espalhou para o Egito Antigo e eventualmente para toda a área do Mediterrâneo.

O pugilismo foi introduzido nos Jogos Olímpicos da antiga Grécia a partir de 600 a.C. Com o avanço do Cristianismo, praticamente desapareceu da Europa, até ressurgir, no final do século XVII, com características mais próximas do que conhecemos hoje por boxe.

James Figg foi um dos mais importantes lutadores ingleses do século XVII, e dominava também a técnica da luta com espada, adaga, bastão e porrete. Foi também o primeiro a anunciar publicamente o ensino do boxe, um dos responsáveis pela gradual evolução da técnica e desempenho do boxe e um dos primeiros lutadores a ganhar prêmios pelas lutas. A iniciativa de Figg, além de popularizar as sessões de sparring (indivíduo que, devidamente protegido, recebe os golpes do lutador nos treinos), promoveu também a abertura de novos locais destinados à prática do esporte.

Mas foi apenas em meados do século XVIII que o boxe se tornou um esporte popular, principalmente na Grã-Bretanha. Ao longo dos anos, o boxe inglês foi desenvolvido com três regras distintas: as regras de Broughton (1743), as regras de Londres (1838, com modificações em 1853 e 1866) e as regras de Queensberry (1867), que representaram a normatização e valores da aristocracia inglesa. Tais regulamentações estavam relacionadas às técnicas de combate, duração de lutas e qualificação dos lutadores.

Por volta do século XIX existiam boxeadores que ganhavam muito dinheiro em apostas, chegando a ultrapassar o valor de 5 mil libras. Em razão das constantes variações de regras, muitos combates duravam cerca de 80, 90 e até mais de 100 assaltos.

Até meados do século XIX, o boxe era considerado ilegal na Inglaterra. Muitas vezes a polícia invadia os ringues e prendia os lutadores. John Sulivan, um dos mais conhecidos pugilistas ingleses, foi preso várias vezes. Contudo, essa repressão teve seu lado positivo, pois acarretou significativas mudanças nas regras, o que permitiu que o boxe evoluísse como esporte.

A brutalidade entre os lutadores passou a ser controlada e regras mais sistematizadas passaram a ser difundidas. Um exemplo é o uso das luvas, equipamento que permite minimizar a violência. Em 1880, o uso de luvas passa a ser generalizado e, em 1892, passou a ser equipamento obrigatório, no conjunto das novas regras então proclamadas.

Nos Estados Unidos da América, no início do século XIX, o boxe também era considerado ilegal na maioria dos Estados. Os praticantes e fãs precisavam estar atentos à ação da polícia e de outras autoridades, que combatiam os eventos ligados à prática da luta. Dessa maneira, as primeiras lutas por títulos foram travadas em locais afastados, em ambientes rurais, escondidos do grande público.

Podemos dizer que o boxe passou por inúmeras modificações, mas, infelizmente, ainda é visto com muito preconceito, considerado como uma luta violenta e até mesmo perigosa. De fato, antes de sua legalização, em 1882, muitos fatos contribuíram para construir essa visão, pois algumas lutas envolviam apostas de grandes valores e não existia número máximo de rounds ou separação dos lutadores por categorias de peso, o que levou muitos lutadores a perderem a vida.

A seguir as principais regras do boxe na atualidade, nas categorias profissional e amador, e as divisões das categorias por peso e sexo.

boxe profissional
boxe amador
Masculino: 4 a 10 assaltos (rounds), de três
minutos cada, e 12 assaltos (para pontuação
internacional).
Feminino: 4 a 8 assaltos (rounds), de dois
minutos cada.
Masculino: 3 assaltos (rounds) com dois minutos,
para estreantes, e para os demais 4 assaltos,
com duração de três minutos.
Feminino: 3 assaltos (rounds) de dois minutos.
Vencedor: pontos, nocaute, abandono ou
desclassificação.
Empate: decisão dos árbitros.
Vencedor: pontos, nocaute, abandono ou
desclassificação.
Empate: decisão dos árbitros.
17 categorias – masculino e feminino, de
acordo com os pesos dos lutadores.
11 categorias, de acordo com os pesos dos
lutadores.
Masculino: protetor bucal e genital;
Feminino: protetor bucal e, opcional,
protetor de seios.
Masculino: protetor bucal, genital e de cabeça;
Feminino: protetor bucal, de cabeça e de seios
(este é opcional).
Não são permitidos golpes abaixo da linha
da cintura.
Não são permitidos golpes abaixo da linha
da cintura.
Golpes permitidos: na parte frontal ou
lateral do rosto ou abdômen do adversário.
Golpes permitidos: na parte frontal ou lateral
do rosto ou abdômen do adversário.




domingo, 11 de agosto de 2013

O RÚGBI E O FUTEBOL AMERICANO





Fonte: São Paulo (Estado) Secretaria da Educação.



O rúgbi tem sua origem diretamente associada ao processo de escolarização na Inglaterra, em meados do século XIX, quando as regras do futebol foram formalmente introduzidas em sete escolas públicas daquele país. Seis dessas escolas estavam praticando o mesmo tipo de esporte, mas na Rugby School (fundada em 1567) parecia haver uma versão completamente diferente.

As seis escolas associaram-se e prosseguiram na formalização do esporte, chamando-o de Football Association (que é a modalidade esportiva mais popular no Brasil, o futebol, atualmente regulamentada pela Fédération Internationale de Football Association, a Fifa), enquanto a modalidade praticada na Rugby School desenvolveu-se de modo diferente. Há controvérsia e incerteza sobre os motivos dessa diferenciação, mas ela é comumente atribuída à insistência dos alunos em correr com a bola nas mãos, o que era válido nas regras anteriores.

Sabe-se que, na década de 1830, esse tipo de jogada era comum entre os alunos daquela escola. Algumas regras estabelecidas naquele período permaneceram, como as pontuações por chutar a bola entre duas traves (verticais) e acima de um travessão (horizontal), permitindo tentativas de gol de longa distância, e o direito ao “prêmio” de uma tentativa extra de chutar, caso o jogador consiga invadir a defesa adversária com a bola em mãos. Era comum entre os defensores a permanência em grupo próximo às traves como tática. Por isso, a formação inicial do ataque e da defesa em cada jogada e a regra do impedimento foram tópicos definidos na época. O impedimento ocorria quando um jogador ultrapassava a linha demarcatória do local de início da jogada, antes da autorização.

Essa “linha” separava as duas equipes e, assim como ocorre no momento do passe/ lançamento no futebol, ela é também imaginária no rúgbi, dependendo de cada situação de jogo. Não era permitido passar a bola com as mãos para um jogador posicionado à frente.

Nesse caso o chute se faz necessário para realizar o passe. Entretanto, as regras foram registradas apenas em 1863, quando os alunos da Rugby School começaram a disputar competições com outras escolas e clubes. Com o aumento da competitividade, ocorreram algumas mudanças, sobretudo para minimizar as lesões e acidentes mais graves e, por volta de 1893, as regras do rúgbi tornaram-se praticamente as mesmas utilizadas até hoje e o esporte profissionalizou-se.



O futebol americano, derivado do rúgbi e do futebol, também teve sua origem vinculada ao processo de escolarização nos Estados Unidos no decurso do século XIX, mas a partir das faculdades e fraternidades de estudantes universitários. Um jogo que parece ter influenciado a modalidade foi o ballown, disputado por grupos de alunos na Universidade de Princeton, em que os jogadores deveriam transpor a defesa adversária, conduzindo a bola com os punhos e os pés. Não havia regras registradas quanto à agressividade no contato entre os jogadores ou à velocidade no jogo. Em Harvard, um jogo semelhante era disputado entre calouros e veteranos, marcando a confraternização dos estudantes no início do ano letivo. O jogo era disputado em uma segunda-feira chamada “sangrenta” por causa das condições da disputa.

Jogos semelhantes tornaram-se populares na região de Boston e as universidades passaram a organizar disputas entre suas equipes, até que em 1867 as primeiras regras foram formalizadas por iniciativa de Princeton. O esporte mantinha características comuns ao rúgbi e ao futebol, mas várias modificações foram feitas, principalmente a regulamentação do passe direcionado à frente com as mãos, e em 1906 foram estabelecidas as regras conhecidas atualmente. As mudanças ocorreram principalmente pela pressão das fraternidades e dos patrocinadores das universidades, cujos filhos praticavam a modalidade, para reduzir a incidência de lesões graves.

Logo depois, o futebol americano tornou-se profissional.





Rúgbi
Futebol Americano
Origem nas escolas públicas do sistema de Educação Básica da Inglaterra.
Origem nas faculdades do sistema privado de Ensino Superior dos Estados Unidos.
Duas equipes com 15 ou 7 jogadores em campo que não podem fazer passes com as mãos para a frente. Nesse caso os passes podem ser feitos com os pés. Geralmente cada equipe tem jogadores polivalentes: os mesmos jogadores atacam e defendem, podendo haver cinco substituições no caso do jogo de 15 e três no jogo de 7.
Duas equipes com 11 jogadores em campo cada uma que só podem fazer passes com as mãos para a frente antes de ultrapassar a “linha” inicial de cada jogada. Geralmente cada equipe tem dois times: os jogadores que atacam não são os mesmos que defendem. Obs.: quando uma equipe joga com os mesmos jogadores no ataque e na defesa diz-se que ela tem o estilo iron men (“homens de ferro”).
A equipe não é obrigada a avançar durante todo o tempo, mas cada tentativa de fazer gol recebe uma pontuação diferenciada (cada try vale cinco pontos), valendo mais caso seja convertida (cada conversion vale dois pontos).
Cada equipe tem quatro tentativas para avançar determinada distância (10 jardas, equivalente a 9,14 metros) e manter a posse da bola; caso não avance, a bola passa para a equipe adversária.
Se o jogador conseguir invadir o espaço do gol adversário portando a bola nas mãos e tocá-lo no solo (touchdown) com a bola em mãos ganha uma “tentativa de gol” (try); caso ocorra uma infração às regras, há o chute de pênalti (vale três pontos).
Se o jogador conseguir invadir o espaço do gol e tocar o solo (touchdown) com a bola em mãos, marca gol (seis pontos), tendo direito a um chute extra ao gol (um ponto).
O jogador pode chutar a bola para o gol fazendo transpor o travessão entre as traves durante as partidas (droap goal), marcando três pontos ou, ainda, optar pelo chute, no caso de cobrança de penalidade (três pontos).
O jogador pode chutar a bola para o gol (field goal), fazendo-a transpor o travessão entre as traves (vale três pontos).


quinta-feira, 11 de julho de 2013

PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO FÍSICO




 Imagine a prática da musculação, durante a qual, conforme a evolução do aluno, aumenta-se o número de repetições dos movimentos e o peso dos halteres, caneleiras etc.
Agora, imagine um praticante de corrida que, com o passar do tempo, suporta maiores distâncias e em velocidades superiores. Por último, imagine praticantes de luta ou de atividades rítmicas que, com dedicação, alcançam maiores amplitudes e potência para saltos e chutes. As meninas são mais flexíveis enquanto os meninos são mais fortes. E todos eles, quando param de treinar, perdem as adaptações conquistadas com o treinamento. As pernas ficam pesadas e “enferrujadas”, perde-se massa muscular e, mal começam a corrida, já querem parar.

Nas situações descritas no parágrafo anterior, temos alguns princípios de treinamento. Saiba mais sobre eles:


  • Princípio da Sobrecarga: Quando aumentamos o número de repetições de um movimento, ou o tempo de execução, ou a carga (peso) ou a quantidade de dias que uma pessoa treina.

  •  Princípio da Continuidade: Quando não faltamos aos treinos e percebemos que com o tempo as capacidades físicas trabalhadas estão melhorando.

  • Princípio da Reversibilidade: Por outro lado, se faltamos aos treinos, ou se o Princípio da Sobrecarga não é observado, não damos continuidade às adaptações proporcionadas pelo treinamento, temos uma diminuição no desenvolvimento das capacidades físicas trabalhadas.
  • Princípio da Especificidade: Quando escolhemos um tipo de exercício específico para melhorar uma capacidade física .

  •  Princípio da Individualidade: Quando observamos que homens são mais fortes e mulheres mais flexíveis, que jovens são mais fortes que crianças e idosos, que indivíduos treinados são mais resistentes que os sedentários etc. 


 E finalmente, se queremos aumentar a massa muscular (hipertrofia), fazemos exercício de força; se, por outro lado, queremos aumentar a flexibilidade e, consequentemente a amplitude articular, fazemos alongamento; se queremos aumentar a resistência aeróbia, praticamos corrida.


Fonte:São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Caderno do aluno: educação física, ensino fundamental - 7ª- série, volume 3/ 2009.