domingo, 17 de maio de 2020

Esporte Paralímpico - Goalball



Histórico do Goalball



O goalball foi criado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle, que tinham como objetivo reabilitar veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. Nos Jogos de Toronto (1976) sete equipes masculinas apresentaram a modalidade aos presentes. Dois anos depois teve o primeiro Campeonato Mundial de Goalball, na Áustria. Em 1980 na Paralimpíada de Arnhem, o esporte passou a integrar o programa paralímpico. Em 1982, a Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA) começou a gerenciar a modalidade. As mulheres entraram para o goalball nas Paralimpíadas de Nova Iorque, em 1984.
A modalidade foi implementada no Brasil em 1985. Inicialmente, o Clube de Apoio ao Deficiente Visual (CADEVI) e a Associação de Deficientes Visuais do Paraná (ADEVIPAR) realizaram as primeiras partidas. O primeiro campeonato brasileiro de Goalball foi realizado em 1987.
A seleção brasileira masculina conquistou uma medalha de prata no Parapan de Buenos Aires, em 1995. Na Carolina do Sul, em 2001, as mulheres conquistaram o bronze no Parapan-Americano, enquanto a seleção masculina ficou com o quarto lugar. Em 2003, as atletas brasileiras foram vice-campeãs no Mundial da IBSA, disputado em Quebec, no Canadá. Com isso, o Brasil se classificou para uma edição dos Jogos Paralímpicos pela primeira vez. Em Pequim será a estréia da seleção masculina em uma Paralimpíada.












Regras básicas
Ao contrário de outras modalidades paralímpicas, o goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência – neste caso a visual. A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento). As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas. De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2 de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro e o objetivo é balançar a rede adversária.

A bola possui um guizo em seu interior que emite sons – existem furos que permitem a passagem do som – para que os jogadores saibam sua direção. O Goalball é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva, por isso não pode haver barulho no ginásio durante a partida, exceto no momento entre o gol e o reinício do jogo. A bola tem 76 cm de diâmetro e pesa 1,250 kg. Sua cor é alaranjada e é mais ou menos do tamanho da de basquete. Hoje o goalball é praticado em 112 países nos cinco continentes. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Deportos para Cegos (CBDC).


Classificação

B1: Cegos totais ou com percepção de luz, mas sem reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância.
B2: Atletas com percepção de vultos
B3:Atletas que conseguem definir imagens






Silêncio no ginásio

Assim como no futebol de cinco, o goalball é praticado com uma bola que tem um guizo em seu interior para produzir sons. Assim, os jogadores podem se orientar durante a partida. Por isso, o público não pode fazer barulho durante os jogos. O estádio, em silêncio durante a maior parte da disputa, difere bastante dos gritos que acompanham a maioria dos esportes.



Fontes: 



Esportes Paralímpicos - Voleibol Sentado



VOLEIBOL SENTADO






História do Voleibol Sentado

O voleibol sentado surgiu na década de 50, em uma junção do esporte convencional (o Volei), com o sitzbal. Este último é um esporte alemão praticado por pessoas com mobilidade reduzida. Entretanto, a principal diferença é que ele não possui redes.
Em 1956, unindo as duas modalidades, mas com predominância das regras do voleibol, o vôlei sentado começou a ser praticado.
Ele entrou nas Paralimpíadas pela primeira vez nos Jogos de 1980, realizados em Arnhem, na Holanda. No início, havia também uma modalidade disputada em pé. Foi somente em 2004, 24 anos depois, é que o voleibol sentado passou a brilhar sozinho.
A partir dos jogos de Atenas, em 2004, o vôlei paralímpico começou a ser disputado exclusivamente com os atletas sentados, constituído um dos esportes mais velozes e frenéticos das Paralimpíadas.
Durante muito tempo este esporte paralímpico foi voltado exclusivamente para competidores do sexo masculino. Foi somente na edição de 2004 que as mulheres fizeram sua estreia na competição.
Naquele ano, seis seleções femininas disputaram a modalidade. A China garantiu o ouro ao vencer a seleção da Holanda, que ficou com a prata. Os Estados Unidos ficaram com o bronze ao vencer a Eslovênia por três sets a um.
A estreia da seleção brasileira feminina de voleibol sentado aconteceu há pouco tempo. A primeira disputa do Brasil foi nas Paralimpíadas de 2012, realizadas em Londres.
As brasileiras ficaram no mesmo grupo que chinesas e estadunidenses, e acabaram eliminadas ainda na primeira fase da competição. Vencendo a Eslovênia e a Grã-Bretanha, as brasileiras garantiram a quinta colocação.






Regras do Voleibol Sentado

Apesar de guardar muitas semelhanças em relação ao vôlei tradicional, esta modalidade possui várias especificidades. Confira quais são as principais regras do voleibol sentado:
  • Podem competir na modalidade: amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral ou com outros tipos de deficiência locomotora;
  • As partidas são disputadas por duas equipes, cada uma delas com seis jogadores em campo. Estes são divididos em jogadores de ataque, defesa e o líbero;
  • Cada uma delas tem, ainda, seis jogadores reservas;
  • Entre os 12 jogadores de cada time, somente dois podem ter “inabilidade mínima”, sendo que somente um pode estar em campo;
  • Vence o jogo quem vencer o maior número de sets;
  • Não é permitido bater na bola sem estar sentado;
  • Cada equipe pode tocar na bola somente três vezes antes de passá-la para o campo adversário;
  • A partida é disputada em cinco sets. Vence a partida quem fizer três sets primeiro;
  • Em caso de empates dos sets (2×2), o último set será decisivo. Ele é chamado de tie-break;
  • Os sets possuem 25 pontos corridos e o tie-break 15 pontos;
  • Assim como no voleibol convencional, para vencer o set, é necessário, além dos 25 pontos, marcar dois pontos de diferença;
  • A equipe de arbitragem é composta por:
  • Dois árbitros que são responsáveis por fiscalizar todas as jogadas;
  • Dois auxiliares, que ficam nas extremidades da quadra para averiguar as linhas;
  • Dois marcadores cuja responsabilidade é assinar os pontos da partida.

Quadra do Voleibol Sentado

A quadra para a prática da modalidade mede 10 metros de comprimento, por seis metros de largura. As linhas de ataque estão posicionadas a dois metros do centro do campo.


Assim como no vôlei tradicional, dividindo a quadra, há uma rede. Esta, por sua vez, é posicionada em alturas diferentes, dependendo se a competição é masculina ou feminina. Para homens, a altura é de 1,15 metros, enquanto para mulheres, a rede fica a 1,05 metros do chão.



Classificação funcional

A classificação funcional do voleibol sentado é dividida entre amputados e “les autres”. Em “les autres” enquadram-se pessoas que possuem alguma deficiência motora. Alguns atletas das categorias de amputados, paralisados cerebrais ou afetados na medula espinhal (paratetra-pólio) podem participar de alguns eventos nesta classificação.
Para os primeiros, a divisão ocorre em nove classes básicas, de acordo com as limitações dos atletas. Elas baseadas nos seguintes códigos:
AK (above knee) – quando a amputação ocorre acima ou através da articulação do joelho.
BK (below knee) – neste caso, a amputação é feita abaixo do joelho, mas através ou acima da articulação tálus-calcâneo.
AE (above elbow) – amputação abaixo do cotovelo.
BE (below elbow) – amputação acima do cotovelo, mas através ou acima da articulação do pulso.
Classe A1 – duplo AK
Classe A2 – AK simples
Classe A3 – duplo BK
Classe A4 – BK simples
Classe A5 – duplo AE
Classe A6 – AE simples
Classe A7 – duplo BE
Classe A8 – BE simples
Classe A9 – amputações combinadas dos membros inferiores e superiores.

Fontes:

https://escolaeducacao.com.br/voleibol-sentad o/


https://impulsiona.org.br/volei-sentado/




sexta-feira, 15 de maio de 2020

CORRIDA DE ORIENTAÇÃO


O que é corrida de orientação

A Orientação é uma atividade desportiva que tem como objetivo principal o percorrer de uma determinada distância em qualquer tipo de terreno, obrigando o participante a passar por diversos postos de controle. Antes do início de cada prova, todos os praticantes têm acesso a um mapa onde verificam os locais que são de passagem obrigatória. No terreno, cada desportista passa pelo local que está marcado no mapa (balizas) e introduz o seu cartão de controle (identificador) numa estação eletrônica que confirma a sua passagem.
A corrida de orientação, também conhecida como o "desporto da floresta", corresponde atualmente a uma necessidade que o homem tem de recuperar o contato com a natureza. Nela, podemos identificar várias vertentes: desportiva (competição), recreativa e educativa. Na corrida de orientação existe uma série de regras que se prendem com a realização do percurso, os materiais a utilizar e os procedimentos para obter o melhor resultado.






A História da Orientação

A Orientação surgiu em finais do século XIX (1850) nos países escandinavos e as suas raízes estão diretamente relacionadas com a vertente militar. As tropas realizavam entre si pequenos exercícios de orientação que tinham como objetivo principal o reforço dos elos de camaradagem de todos os elementos e o fortalecimento do espírito de grupo.
No entanto, a Orientação como desporto começou apenas a dar os primeiros passos em 1912, pela mão do Major e líder escoteiro sueco Ernst Killander, considerado o pai da Orientação. O Major chamou a atenção de todos os jovens que se afastavam da corrida e do atletismo (as principais competições da época) e trouxe-os para esta “nova forma de correr”. A Maratona ficou assim dividida em três provas, onde a disciplina da leitura por carta e a perceção da Orientação foram adicionadas.
A 25 Março de 1919 deu-se a primeira competição oficial de Orientação, na denominada "Corrida de Estocolmo", que teve como diretor de prova Ernst Killander. A prova ocorreu perto de Saltsjöbaden, reuniu mais de 200 participantes e foi organizada pela Federação de Desportos de Estocolmo. A competição tinha uma extensão de 12 quilómetros e apenas 3 postos de controlo e foi considerada um autêntico sucesso mundial. A partir deste momento, a Orientação não mais parou de crescer como desporto e atualmente tem milhares de praticantes em todo o planeta.

 

A história da Orientação no Brasil


A Orientação chegou ao Brasil na década de 70, nomeadamente no ano de 1971, pela mão do Coronel Tolentino Paz. Ele foi o responsável máximo pela introdução e organização das primeiras competições militares de Orientação no Brasil.
Em 1974, este desporto foi incluído como disciplina obrigatória na Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx) pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC) e era visto como uma modalidade que disciplinava o corpo e a mente.
Nos anos seguintes, a competição de Orientação foi divulgada a outras organizações civis e militares e, desde então, sucederam-se várias demonstrações, torneios e campeonatos que fizeram com que este desporto de aventura crescesse para um patamar de excelência e reconhecimento nacional.

As regras básicas
- Passar por todos os pontos de controle; na sequência estabelecida.
- Marcar corretamente o cartão de controle;
- Preservar a natureza.

As características do esporte
Um atleta para realizar um percurso, previamente assinalado no mapa fornecido, deve conhecer:
- todos os sinais que representam os pormenores do terreno no mapa: casas, caminhos, vegetação, cursos de água, linhas elétricas, etc.;
- deve conhecer os sinais da ficha de sinalética que o ajudam a identificar o local preciso onde deve dirigir-se: cruzamento de caminhos, cume de um monte, lado oeste, árvore entre duas rochas, etc.;
- deve saber utilizar uma bússola.

Durante a realização do percurso o atleta deve movimentar-se sempre de acordo com o mapa orientado de forma a conseguir fazer uma associação correta carta/terreno. Exemplo: o atleta está virado para um lago, ao seu lado esquerdo tem um bosque e atrás dele existem as ruínas de uma casa.
Depois de identificar no mapa os pontos que visualizou no terreno, deve colocá-lo de acordo com a disposição real desses pontos.
Chegando a um ponto, que é identificado por uma baliza (bandeirola laranja e branca), deve conferir o código que identifica o ponto (Ex: ponto 1 código FK). De seguida deve marcar o seu cartão de prova com o alicate que existe no local. Este alicate é diferente de ponto para ponto, marcando como um código em picotado o cartão de controlo que é transportado por cada corredor.
A prova prossegue sempre utilizando os mesmos procedimentos. O vencedor é aquele que realiza o menor tempo. Como se trata de uma prova individual os concorrentes saem com intervalos de tempo entre si, isto para evitar que sigam o concorrente da frente. Os pontos devem ser marcados pela sua ordem (Exemplo: um atleta não pode marcar o ponto 2 porque o encontrou primeiro e de seguida marcar o 1).

O mapa de Orientação

O mapa de orientação é um mapa topográfico detalhado, onde é traçado o percurso que o atleta tem que percorrer e são locados precisamente todos os detalhes da vegetação, relevo, hidrografia, rochas e construções feitas pelo homem etc.





O percurso de orientação

O percurso de orientação é constituído do triângulo de partida, PCs (Pontos de Controle) e chegada. Entre os PCs, que são locados precisamente no terreno e equivalentemente no mapa, estão as pernadas do percurso, nas quais o competidor deverá orientar-se.

As Instituições de administração do esporte no Brasil

A Confederação Brasileira de Orientação (CBO), com sede em Santa Maria – RS, é a instituição nacional de administração do esporte orientação, foi fundada em 11 de janeiro de 1999 em Guarapuava – PR, e conta hoje com seis Federações Estaduais, mais de setenta clubes e entidades de prática e mais de quatro mil atletas filiados.





Referências

https://bussolas.com/artigos/historia-orientacao-desporto-aventureiros

https://www.sportseventos.com.br/artigo.aspx?O-que-%C3%A9-Corrida-de-Orienta%C3%A7%C3%A3o?&i=109








terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

BOXE




BOXE – Sua Origem

Fonte: São Paulo (Estado) Secretaria da Educação.


Várias modalidades de luta com os punhos (ou pugilismo) surgiram na história humana, desde o ano 4000 a.C., na região hoje denominada Etiópia, no continente africano, de onde se espalhou para o Egito Antigo e eventualmente para toda a área do Mediterrâneo.

O pugilismo foi introduzido nos Jogos Olímpicos da antiga Grécia a partir de 600 a.C. Com o avanço do Cristianismo, praticamente desapareceu da Europa, até ressurgir, no final do século XVII, com características mais próximas do que conhecemos hoje por boxe.

James Figg foi um dos mais importantes lutadores ingleses do século XVII, e dominava também a técnica da luta com espada, adaga, bastão e porrete. Foi também o primeiro a anunciar publicamente o ensino do boxe, um dos responsáveis pela gradual evolução da técnica e desempenho do boxe e um dos primeiros lutadores a ganhar prêmios pelas lutas. A iniciativa de Figg, além de popularizar as sessões de sparring (indivíduo que, devidamente protegido, recebe os golpes do lutador nos treinos), promoveu também a abertura de novos locais destinados à prática do esporte.

Mas foi apenas em meados do século XVIII que o boxe se tornou um esporte popular, principalmente na Grã-Bretanha. Ao longo dos anos, o boxe inglês foi desenvolvido com três regras distintas: as regras de Broughton (1743), as regras de Londres (1838, com modificações em 1853 e 1866) e as regras de Queensberry (1867), que representaram a normatização e valores da aristocracia inglesa. Tais regulamentações estavam relacionadas às técnicas de combate, duração de lutas e qualificação dos lutadores.

Por volta do século XIX existiam boxeadores que ganhavam muito dinheiro em apostas, chegando a ultrapassar o valor de 5 mil libras. Em razão das constantes variações de regras, muitos combates duravam cerca de 80, 90 e até mais de 100 assaltos.

Até meados do século XIX, o boxe era considerado ilegal na Inglaterra. Muitas vezes a polícia invadia os ringues e prendia os lutadores. John Sulivan, um dos mais conhecidos pugilistas ingleses, foi preso várias vezes. Contudo, essa repressão teve seu lado positivo, pois acarretou significativas mudanças nas regras, o que permitiu que o boxe evoluísse como esporte.

A brutalidade entre os lutadores passou a ser controlada e regras mais sistematizadas passaram a ser difundidas. Um exemplo é o uso das luvas, equipamento que permite minimizar a violência. Em 1880, o uso de luvas passa a ser generalizado e, em 1892, passou a ser equipamento obrigatório, no conjunto das novas regras então proclamadas.

Nos Estados Unidos da América, no início do século XIX, o boxe também era considerado ilegal na maioria dos Estados. Os praticantes e fãs precisavam estar atentos à ação da polícia e de outras autoridades, que combatiam os eventos ligados à prática da luta. Dessa maneira, as primeiras lutas por títulos foram travadas em locais afastados, em ambientes rurais, escondidos do grande público.

Podemos dizer que o boxe passou por inúmeras modificações, mas, infelizmente, ainda é visto com muito preconceito, considerado como uma luta violenta e até mesmo perigosa. De fato, antes de sua legalização, em 1882, muitos fatos contribuíram para construir essa visão, pois algumas lutas envolviam apostas de grandes valores e não existia número máximo de rounds ou separação dos lutadores por categorias de peso, o que levou muitos lutadores a perderem a vida.

A seguir as principais regras do boxe na atualidade, nas categorias profissional e amador, e as divisões das categorias por peso e sexo.

boxe profissional
boxe amador
Masculino: 4 a 10 assaltos (rounds), de três
minutos cada, e 12 assaltos (para pontuação
internacional).
Feminino: 4 a 8 assaltos (rounds), de dois
minutos cada.
Masculino: 3 assaltos (rounds) com dois minutos,
para estreantes, e para os demais 4 assaltos,
com duração de três minutos.
Feminino: 3 assaltos (rounds) de dois minutos.
Vencedor: pontos, nocaute, abandono ou
desclassificação.
Empate: decisão dos árbitros.
Vencedor: pontos, nocaute, abandono ou
desclassificação.
Empate: decisão dos árbitros.
17 categorias – masculino e feminino, de
acordo com os pesos dos lutadores.
11 categorias, de acordo com os pesos dos
lutadores.
Masculino: protetor bucal e genital;
Feminino: protetor bucal e, opcional,
protetor de seios.
Masculino: protetor bucal, genital e de cabeça;
Feminino: protetor bucal, de cabeça e de seios
(este é opcional).
Não são permitidos golpes abaixo da linha
da cintura.
Não são permitidos golpes abaixo da linha
da cintura.
Golpes permitidos: na parte frontal ou
lateral do rosto ou abdômen do adversário.
Golpes permitidos: na parte frontal ou lateral
do rosto ou abdômen do adversário.